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Neste blog vamos abordar um pouco sobre algumas doenças do nosso quotidiano e um pouco do que se faz num laboratório textil, processos de separação entre outras coisas sobre laboratório.
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quarta-feira, abril 08, 2009

Como é que se fica com SIDA? Tranmissão

Para um indivíduo desenvolver SIDA tem de ser primeiro infectado pelo VIH. Nessa altura o sistema imunitário responde e faz baixar a virémia, ou seja, a concentração de vírus que se encontra no sangue. Aqui o indivíduo pode não sentir nada e chama-se assintomático ou pode ter um episódio de sintomas de infecção aguda que são normalmente sintomas parecidos com uma gripe:
febre
faringite
linfadenopatia (ou seja, aumento dos gânglios linfáticos)
dor de cabeça (cefaleias)
dores musculares (mialgias)
dores nas articulações (artralgias)
cansaço (letargia)
mal-estar
falta de apetite (anorexia)
perda de peso
náuseas, vómitos ou diarreia

Transmissão:

Via Sexual
Via Parentérica
outros fluidos

Hoops Home (2001). SIDA o que é?. Acedido em 8, Abril, 2009 http://www.hoops.pt/saude/saud-sida.htm

Sida

O que é a Sida?

A sida:
É um síndrome porque é constituído por um grupo de sinais e de sintomas
É de imunodeficiência porque o que acontece é que o sistema imunitário fica cada vez mais deficiente, com menos capacidade de resposta ao longo da evolução da doença
adquirida porque ao contrário de algumas doenças de imunodeficiência que são congénitas, ou seja, os indivíduos já as têm à nascença, esta doença surge depois de uma infecção por um vírus, o vírus VIH.

O que é o VIH?

O VIH é o Vírus da Imunodeficiência Humana. É um vírus da família dos retrovírus, o que significa que dos 2 tipo de ácido nucleico que podem constituir o código genético: DNA (ácido desoxirribonucleico) e RNA (ácido ribonucleico) este vírus é constituído por RNA.

Existem 2 tipos de VIH: VIH-1 e VIH-2. O VIH-1 é o mais frequente em todo o mundo e o VIH-2 foi inicialmente descoberto em África e é mais parecido com o Vírus da Imunodeficiência dos Símios do que com o VIH-1.

Hoops Home (2001). SIDA o que é?. Acedido em 8, Abril, 2009 http://www.hoops.pt/saude/saud-sida.htm

terça-feira, março 24, 2009

Hepatite C

Hepatite C


A Hepatite C é uma doença viral do fígado causada pelo vírus da Hepatite C (HCV). A hepatite C é a mais temida e perigosa de todas as hepatites virais, devido à inexistência de vacina ou tratamento, e à sua alta tendência para a cronicidade que complica eventualmente em cirrose hepática mortal.




Grupo: Grupo IV ((+)ssRNA)

Familia: Flaviviridae



Género: Hepacivirus



Espécie: Virus da Hepatite C



O virus da hepatite C é um flavivirus, um dos poucos dessa familia (que inclui os virus da dengue, febre amarela e Nilo ocidental) que não é transmitido por artrópodes. Este vírus tem um genoma de RNA simples de sentido positivo (é usado directamente como mRNA na síntese proteica). Reproduz-se no citoplasma e reticulo endoplasmático, produzindo dez proteínas vírais. Algumas destas proteínas inibem a apoptose (morte programada) da célula e outras inibem a acção do interferon. Tem envelope bilípidico e portanto não sobrevive a condições secas.
O virus tem uma preferência forte (tropismo), em infectar os hepatócitos do fígado. Os sintomas da hepatite são pelo menos tanto devido à acção necessária do sistema imunitário como aos danos causados pelo virus.

Factores de risco para o contágio da hepatite C


Transfusão de sangue ou derivados
Uso de drogas ilícitas
Hemodialise
Exposição a sangue por profissionais da área de saúde
Receptores de órgãos ou tecidos transplantados
Recém-nascidos de mães portadoras
Contatos sexuais promiscuos ou com parceiros sabidamente portadores
Exposiçãoo a sangue por material cortante ou perfurante de uso coletivo sem esterilização adequada:
procedimentos médico-odontológicos
tatuagem
acupuntura
manicure / pedicure
body piercing
contato social ou familiar com material de uso pessoal ( barbeadores, escovas dentais, etc )
barbeiros e cabelereiros


TRATAMENTO


São consideradas indicações do tratamento da hepatite C:
VHC RNA detectável, ALT persistentemente elevada e biópsia hepática demonstrando fibrose portal, independente da atividade inflamatória;
portadores de cirrose compensada;
usuários de álcool ou drogas que tenham condições de aderir ao tratamento;
portadores de doença mais leve, transplantados (exceto fígado) e aqueles com manifestações extra-hepáticas do VHC têm indicação discutível de tratamento;
no caso de pacientes com transaminases normais, não há consenso, mas o tratamento é recomendável se houver fibrose moderada/severa;
portadores de co-infecção HCV-HIV, se a infecção pelo último estiver controlada.
de fatores benéficos ao tratamento, ele deve ser realizado, mas recomenda-se que dure 48 semanas, ao contrário das normais 24 semanas (nos pacientes acima, não há melhora significativa da resposta dobrando-se o tempo de tratamento, mas nos casos mais severos sim).


Hepcentro (s.d.). Hepatite C. Acedido: 1, Abril, 2009.

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/hepatite/hepatite-c-2.php